terça-feira, 26 de abril de 2011

O nascimento do Samuel

Inspirada pelo blog do Ilan, resolvi também contar como foi a chegada do fofucho, há 9 meses. Ele agora tem o mesmo tempo de vida dentro e fora da barriga!


Eu estava decidida a fazer parto normal. Marília e eu fizemos curso de pré-parto, eu tinha lido tudo a respeito, fiz pilates até a última semana, me sentia preparadíssima. Durante o pré-natal meu médico, o Dr. Laerte, que me acompanha há 20 anos, tentava manter minha mente aberta para a possibilidade de uma cesárea, com medo de eu teimar na hora H e acontecer algum problema. Finalmente chegamos a um acordo - eu tentaria o parto normal, mas se houvesse algum problema eu teria que concordar na hora em que ele decidisse intervir. Ok, disse eu, certa de que nada iria acontecer de errado.


Na semana em que a gravidez completaria 40 semanas, o dr. Laerte resolveu cismar com o ultrassom que eu levei. Disse que tinha certeza que o bebê estava maior e pediu pra eu fazer outro, num médico de confiança dele. No dia 21 de julho lá fomos nós. O médico não achou nada de muito diferente, o bebê estava na posição certa para o parto normal e havia começado a descer, mas ainda podia demorar. Fui tranquila pra casa, achar o que fazer. O quarto do neném estava pronto há muito tempo, as roupinhas lavadas, guardadas, a mala da maternidade preparada. Nos últimos dias eu estava me dedicando a arrumar o escritório, deixando a faxineira doida ao me ver em cima da escada com aquele barrigão, mudando caixas de lugar.


Lá pelas 17h00, comecei a me sentir muito cansada. Lembro que liguei pra minha irmã e falei, meio chorosa, que pela primeira vez eu estava cansada daquilo. Contei que tinha ido ao banheiro e sentido uma dorzinha chata. A tal dorzinha estava cada vez mais chata. Liguei para o dr. Laerte: "estou com uma dor esquisitíssima, será que tem alguma coisa errada?". Depois de descrever o que eu sentia, o diagnóstico: "o Samuel vai nascer essa noite"! Eu, super entendida de dores e contrações, dizia que não, a barriga não estava ficando dura como deveria se fosse o trabalho de parto. Enquanto isso, Marília tinha chegado do trabalho e começou a cronometrar as tais dores. Sim, eram regulares, e já estavam acontecendo a cada 6 minutos!


As dores estavam muito fortes. Dr. Laerte tinha instruído a só ir para o hospital quando estivessem de 3 em 3 minutos, mas como eu estava achando insuportável mandou a gente ir logo. Eram umas 21h00 quando chegamos ao hospital. Prevenidas, já tínhamos ido lá semanas antes, para ver por o melhor caminho, a entrada, os procedimentos, etc. Demos entrada na emergência, como tínhamos sido instruídas a fazer. Eu aos berros, Marília apavorada, a sala de espera cheia, vem um funcionário informar: "tem que entrar pela internação". Cacilda, pra isso tinha que dar a volta na quadra! Lá fomos nós. Chegando na entrada da internação, adivinhem! Ouvimos do funcionário "tem que entrar pela emergência"! Pobre Marília, não sei como ela não matou um!


Ligamos no celular do dr. Laerte, que já tinha chegado no hospital (isso porque ele mora do outro lado da cidade). Em pouco tempo, lá vem ele pelo corredor. Marília tentava resolver a parte burocrática, enquanto eu, na cadeira de rodas, sofria a cada contração, no corredor! Ele simplesmente foi empurrando minha cadeira direto pro Centro Obstétrico. Anunciou pelo interfone que estava entrando com uma paciente e lá fomos nós! Troquei de roupa e fui pro pré-parto. Enquanto isso, Marília, presa lá embaixo com a papelada, mandou ver um ansiolítico, com medo de perder o parto.


Enquanto minhas contrações aumentavam, a dilatação não aumentava junto. As contrações já estavam de minuto em minuto, e a dor era tanta que eu vomitava o tempo todo. Aí chegou o momento fatal em que o dr. Laerte anunciou que ia me operar. A dilatação estava demorando muito e o bebê ia entrar em sofrimento. Confesso que concordei na mesma hora! Na verdade eu já tinha pedido anestesia, mas como a dilatação não progredia eu não podia tomar, senão ia atrapalhar tudo. Segurando minha mão o tempo todo, ele começou a acionar a equipe. Quando o anestesista se apresentou eu soltei um "meu herói"!! Marília já estava na sala, toda paramentada, só com os olhos de fora, arregalados!


Fomos pra sala de cirurgia, e o anestesista não conseguia colocar a agulha no lugar certo: "Você tem algum desvio de coluna?" "Vários!", e lá vinha uma contração. No meio de uma delas o dr. Laerte me segura firme pelos ombros e diz que eu não podia me mexer, pois o anestesista estava colocando a agulha. Caraca! Alguns minutos depois, ahhhh, que maravilha, adeus, dor! Eu continuava passando mal, mas agora podia até falar. Em questão de minutos, o choro forte do Samuel invadiu a sala! Eram 22h45. O pediatra me mostrou ele rapidamente e saiu depressa, com a Marília atrás, para os procedimentos com o bebê. Algum tempo depois, lá vêm eles de volta, e finalmente pude conhecer meu filho. Nada, nada, nada se compara com esse momento.


Daí em diante, foi só alegria. A primeira mamada, o primeiro banho, a ida pra casa... O resto da história vocês já conhecem!



segunda-feira, 25 de abril de 2011

Nossa família



Piscina

Sábado o fofucho entrou na piscina pela primeira vez! Foi na casa do tio Marcelo. Primeiro tomou um solzinho, já com a fraldinha à prova d'água, depois entrou na água aos poucos, primeiro com o tio, depois com a mamãe... e não fez feio, apesar da água fria. Os amigos do banho foram junto. Na saída, um solzinho pra secar, bem relax.

sábado, 23 de abril de 2011

9 meses



Cabelos cacheados!

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Fila na padaria

A Mami ainda está nas primeiras semanas, mas seu apetite anda muito bom para alimentos salgados, sobretudo proteínas. Hoje de manhã, ela foi à padaria só pra comprar presunto de peru light e não se fez de rogada: já impôs seus direitos pra não pegar a fila, que estava enorme. Encostou no caixa e disse pra moça: "tô no primeiro trimestre de gravidez, será que você podia me atender?" Na dúvida, levou o resultado do exame de gravidez, caso alguém encrencasse. Em terra onde educação e gentileza não são regra, é preciso exigir seus direitos.

terça-feira, 19 de abril de 2011

New baby(ies) - Primeiros presentinhos!

Tia Sabrina e tio Bruno (amigos do trabalho da Mami) anteciparam-se e deram os primeiros presentinhos, vejam que fofos!

Conhecendo a grama

Na casa da tia Kaká o fofucho descobriu a grama! Isso foi no dia 26 de março.


8 meses

Bom, no dia meeeesmo a gente não tirou foto, mas essa é da véspera. A mãozinha na boca já dá uma pista da novidade: os dentinhos chegando. Há uns 15 dias o incisivo inferior direito apareceu, com sua serrinha afiada. Alguns dias depois, o esquerdo. Anteontem, o superior esquerdo já despontava. Meu banguelinho vai ficando cheio de dentinhos! Está mais manhoso, babando muito e mordendo tudo - até o peito da mamãe!


Ele teve mais uma virose, visitou de novo o dr. Rui, cresceu bastante (está com 70 cm), engordou o normal (8,1 kg). Está mais cabeludo e engatinhando bem rápido - sempre em direção a algo que não pode, como as tomadas, os sapatos, as rodas do carrinho...

Atualizando...



Como vocês podem imaginar, o último mês aqui em casa foi de muita expectativa. Enquanto Marília enfrentava os procedimentos para engravidar, eu segurava a barra da casa, do Samuca e do Scooby. Ficou todo mundo doido! O blog ficou desatualizado de novo, mas foi por uma boa causa! Vou contar as últimas do fofucho.



segunda-feira, 18 de abril de 2011

E não é só isso!!!

Com muuuuita alegria anunciamos que o Samuel em breve terá um irmãozinho! Ou irmãzinha! Ou ambos! Ou dois de um e um do outro! Ainda não sabemos quantos vêm por aí, mas estamos muito felizes! A família vai aumentar!

terça-feira, 12 de abril de 2011

Samuca DJ

Samuca e Scooby

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Samuca e seus livrinhos


Oi, pessoal, desculpem a demora em atualizar o blog. Depois que Samuca foi pra escolinha, o ritmo da vida ficou bastante intenso. Ele volta de lá com todo o pique, tagarela e ligado na tomada, com muita energia ainda pra gastar.


Samuel adora seus livrinhos. Quando está brincando no quarto, não sossega enquanto não tira todos os livros de sua estante. Seus preferidos são os livros pequenininhos que herdou das priminhas e todos os com som. Vai mudando as páginas e, vez por outra, prende a própria mão entre uma folha e outra, colocando o peso do corpo em cima... Os livros de plástico estão por toda parte e o acompanham do banho às refeições.


Se depender das mamães, ele vai gostar muito de ler!